É possível estar bem quando o mundo não está? “Gen Z”, Saúde Mental e Acompanhamento Vocacional

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Matheus Lima 

Este texto nasce de um generoso convite da equipe do MAGIS Brasil para que se partilhasse uma reflexão sobre o tema “Saúde mental das juventudes e sua relação com o acompanhamento vocacional”, dentro do caminho preparatório para o V Congresso Vocacional, a ser realizado em Aparecida (SP) em setembro próximo. A partir do diálogo entre os saberes oriundos da orientação profissional e da prática do acompanhamento terapêutico a partir da abordagem centrada na pessoa, aproximando-os da compreensão eclesial sobre a vocação, pretende-se analisar criticamente o atual cenário de possibilidades de vida e expressão pessoal das juventudes contemporâneas, e sua relação com perspectivas de sentido e projeto de vida.  

É preciso primeiro que se considere qual é (ou quais são) as características que constituem a atual experiência de vida das juventudes no Brasil. Considerando-se os dados do Censo de 2022, a população entre 15 e 29 anos totaliza cerca de 48,9 milhões de pessoas – um número que, ainda que expressivo, é menor que o registrado em 2012, o que corrobora a percepção de um envelhecimento do país. Destes, cerca de 22,3% – 10,9 milhões – nem estudavam, nem trabalhavam, dado que, ainda que inferior ao registrado em anos anteriores, aponta um elevado volume de pessoas que enfrentam dificuldades em ingressar e permanecer no mercado de trabalho, ou em oportunidades de estudo e qualificação – o que se mostra ainda mais precário na população mais vulnerável, de menor rendimento familiar (Campos, A. C. Em 2022, 10,9 milhões de jovens não estudavam, nem trabalhavam). Segundo a plataforma Juventudes e Trabalho, cerca de 3,6 milhões de jovens não estudavam, não trabalhavam e não haviam concluído a educação básica – sendo em sua maioria mulheres negras ou pardas, de 18 a 24 anos (QEDU. Situação de estudo e trabalho dos jovens).  

O próprio cenário do mercado de trabalho tem se transformado rapidamente. Ainda em 2023, o levantamento sobre o “Futuro do Mundo do Trabalho para as Juventudes Brasileiras” apontou uma grave lacuna na oferta de oportunidades de qualificação para os jovens, assim como uma desconexão entre os cursos atualmente disponíveis e os prognósticos de carreira que serão potencialmente mais presentes ou rentáveis nos anos vindouros, como aquelas ligadas à economia verde, à economia do cuidado, ao mundo digital e até mesmo à economia criativa (Mello, D. Falta de cursos de qualificação afasta jovens do mercado de trabalho).  

A chegada da inteligência artificial e as perspectivas de automação dos processos organizacionais também afetam diretamente as possibilidades de colocação dos jovens no mercado. Uma pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV Ibre) apontou que, já em 2026, se reduziu em cerca de 5% a chance de os jovens de 18 a 29 anos conseguirem um emprego, em especial nos setores mais facilmente adeptos da adoção das IAs, como empresas de serviços de informação, financeiros e de comunicação. As posições mais “seniores” permanecem, por ora, resguardadas, por seu nível de decisão e gerenciamento, mas as vagas “de entrada”, caracterizadas por processos mais burocráticos ou iniciais, têm sido substituídas por prompts e automações. Este cenário é ainda mais aprofundado nos países desenvolvidos com taxas de redução da empregabilidade próximas aos 16% (RFI. Inteligência artificial já reduz emprego entre jovens no Brasil e ameaça formação profissional).  

O que a substituição das vagas iniciais por processos automatizados coloca é um desafio sem precedentes para os jovens recém-formados. O sonho da boa colocação profissional, para a qual a graduação ou a qualificação pareciam ser requisitos suficientes, agora é atravessado por um estreitamento das possibilidades que, além de relegá-los a uma restrição da colocação formal no mercado, também pode futuramente impedir a adequada renovação dos encarregados seniores, já que o treinamento e a familiaridade possíveis nessas experiências juniores estão sendo sistematicamente apagadas (RFI. Inteligência artificial já reduz emprego entre jovens no Brasil e ameaça formação profissional). Soma-se a isso também uma certa desvalorização dos caminhos formais propostos nas gerações anteriores em prol de perspectivas de estudo mais flexíveis, como cursos de curta duração ou o acesso a vídeos disponíveis pela internet (Menezes, L.. GenZ não rejeita trabalho, mas também não tem escolha). Com isso, não é de se espantar que a desconfiança e o receio em relação ao rápido crescimento das inteligências artificiais já alcancem 44% dos jovens brasileiros, com 60% deles acreditando que elas levarão a uma rápida transformação do seu cenário de vida nos próximos 5 anos (Rapoport, I. D. Jovens estão entre os mais desconfiados e apreensivos com o avanço da IA).  

Neste contexto, deve-se considerar que a própria relação da juventude com a atuação profissional tem se transformado. É comum vermos análises das distinções entre o comportamento das gerações no mercado de trabalho, do comprometimento dos Baby Boomers com a mesma empresa por décadas ao esgotamento dos Millennials e a apatia ou desconsideração da Gen Z (Candioto, A. Mercado de trabalho precisa se reorganizar para receber geração Z; Ferreira, L. G. R.; Gonçalves, R. G. Geração Z no mercado de trabalho: desafios de adaptação frente às gerações anteriores; ManpowerGroup. O mundo do trabalho para a geração Z em 2025). Em um levantamento organizado pelo Ministério do Trabalho sobre os motivos que levam ao desligamento voluntário de um emprego, os jovens entre 14 e 29 anos trouxeram como pontos significativos, além da perspectiva de outro emprego (34,66%, em média), a baixa remuneração (33,67%), o não-reconhecimento (29,67%) e o incômodo ético com a forma de realização do trabalho na empresa (25%) (Brasil. Ministério do Trabalho e Emprego. Os jovens e um futuro do trabalho com inteligência artificial).  

Ainda que o amadurecimento e o melhor enfrentamento das questões emocionais sejam de fato elementos a serem considerados na relação da Gen Z com o mercado de trabalho, deve-se considerar que essa reação emocional mais fragilizada se coloca justamente em um momento no qual estes jovens se veem sem perspectivas concretas de futuro, sendo mais cautelosos em relação ao consumo ou em assumir projetos de longo prazo – como a compra de uma casa própria – além de sentirem-se isolados pela imersão cotidiana nas telas e nas redes sociais, apresentando maiores índices de depressão e ansiedade (Moura, J.; Cancelieri, M. Afinal, a geração Z é frágil ou vive o período mais difícil para ser jovem?).  

Deve-se ter em conta que os jovens buscam atualmente em um emprego não apenas uma estabilidade financeira, mas também um senso de propósito, mesmo que isso implique em recusar oportunidades ou se desligar de lugares nos quais a liderança seja negativa, em que o ambiente seja pouco inclusivo, ou nos quais não seja possível vivenciar o almejado equilíbrio entre vida pessoal e profissional (Deloitte. Deloitte’s 2024 Gen Z and Millennial Survey finds these generations stay true to their values as they navigate a rapidly changing world). Para além disso, o adoecimento mental ocasionado pelo trabalho também tem registrado índices expressivos – relatado por 24%, em média, dos jovens entre 14 e 29 anos (Brasil. Ministério do Trabalho e Emprego. Os jovens e um futuro do trabalho com inteligência artificial).  

Soma-se a essas características individuais uma profunda percepção de que as condições materiais de vida têm rapidamente se deteriorado, em especial devido aos efeitos das mudanças climáticas e aos conflitos geopolíticos, com sua escalada de violência e a erosão dos mecanismos diplomáticos e multilaterais. Um recente estudo da Coalização Global pela Saúde Mental dos Jovens apontou que os jovens da Gen Z, particularmente expostos às notícias e ao rápido compartilhamento de informações pelo uso elevado das mídias digitais, consomem mais do que qualquer outra geração notícias sobre esses temas com 6 em cada 10 se sentindo “sobrecarregados” por essa consciência dos atuais eventos. Ainda que a saúde mental seja uma prioridade, 4 em cada 10 se sentem estigmatizados ao trazer este tema no ambiente escolar ou de trabalho, sendo que metade não tem acesso aos serviços que lhe deem o devido suporte. Mesmo assim, cerca de 60% permanecem esperançosos e querem atuar ativamente na transformação e na melhora das condições de vida no planeta (UNICEF. Mental health study shows Gen Z overwhelmed but undeterred by unrelenting global crises).  

É diante deste contexto particularmente complexo que a atuação dos animadores e acompanhantes vocacionais se realiza, e não se pode constituir uma atividade efetiva sem que estes “sinais dos tempos” sejam efetivamente lidos e interpretados. Chama a atenção, por exemplo, que o Texto Base do 5º Congresso Vocacional não traga de forma explícita, em especial na caracterização das juventudes, a questão da saúde mental ou das transformações no mundo do trabalho, que afetam tão gravemente as formas de vida do público-alvo que as ações vocacionais pretendem alcançar.  

O campo das ciências humanas, em especial os saberes da Psicologia, podem ser fecundos interlocutores nesta tarefa. Em diferentes frentes, a produção acadêmica das últimas décadas tem se convencido da necessidade de diálogos e atuações interdisciplinares como forma de complexificar análises e permitir intervenções mais adequadas aos problemas sociais, cada vez mais desafiadores. Na Psicologia Social, por exemplo, essa atuação “de fronteira” responde à origem da própria disciplina e tem uma rica tradição nos países latinoamericanos, com autores de referência como Ignácio Martín-Baró (1942-1989), filósofo, professor e padre jesuíta. Estudos que tematizam as relações de trabalho têm apontado para as múltiplas transformações que a Gen Z tem enfrentado, em especial no contexto pós-pandemia de Covid-19: ambientes de maior estresse, com consequente aumento de índices de ansiedade e depressão decorrentes do trabalho, assim como um conflito entre o escopo efetivamente vivenciado nas vagas e a preferência por oportunidades que propiciem maior flexibilidade e autonomia, em ambientes colaborativos e menos hierarquizados (Spada, R.; Gonçalves, J.; Ruffatto, J. Perspectivas da Geração Z sobre valores no trabalho: uma revisão da literatura; Carmo, E. R.; Bergamo, F. V. de M. Realidades Invisíveis: Uma análise da saúde mental da geração Z no ambiente de trabalho).  

A questão da saúde mental não pode ser lida dentro de uma perspectiva meramente individualista, como um “problema” da pessoa que precisa procurar algum tipo de ajuda para se adaptar às exigências e necessidades do meio. Ao vermos índices epidêmicos de questões de saúde mental entre os jovens, muitas vezes diretamente relacionados aos ambientes laborais, o que deveria se constituir é um espaço de profunda escuta e abertura ao diálogo crítico sobre as condições efetivas de vida e trabalho que se estão propiciando a essa geração. Discursos superficiais voltados à autoajuda, que tematizem unicamente comportamentos singulares ou mudanças de hábitos pessoais, podem até trazer um certo conforto particular, mas não ampliam os horizontes nem alteram as estruturas de sofrimento.  

Em um contexto no qual a lógica da velocidade e do individualismo parecem imperar, dinâmicas comunitárias que resgatem a importância do encontro com o outro, da desconexão digital e do sentido do fazer colaborativo são espaços fecundos para novas e mais humanas formas de vida e cuidado. Não à toa, o que se observa hoje entre os jovens são diferentes caminhos de busca por propósito e por “reencantamento” da existência, mobilizando-se politicamente, atuando na defesa de direitos pela diversidade, construindo espaços de prática artística e de experiência cultural, abraçando diferentes expressões religiosas, e engajando-se em vivências de caráter mais ecológico (D’Alama, L. Jovens se mobilizam, questionam discursos e práticas ambientais).  

É significativo verificar que o próprio Texto-Base do 5º Congresso Vocacional entende a vocação como um percurso de busca por um propósito a ser vivido enquanto experiência de encontro dentro de uma comunidade, em uma perspectiva plural, que permita a experiência real de protagonismo de cada jovem sobre sua própria trajetória. Do mesmo modo, na mensagem para o Dia Mundial de Oração pelas Vocações, o Papa Leão XIV a define como algo que brota do “cuidado da interioridade”, que não se restringe a uma definição intelectual, mas nasce de um encontro pessoal transformador que renova a esperança no cotidiano, demandando um desenvolvimento análogo ao da própria vida humana – dia após dia (LEÃO XIV. Mensagem do Santo Padre Leão XIV para o LXIII Dia Mundial de Oração pelas Vocações). Ou ainda, é essencial reforçar a importância da mensagem contida na encíclica “Magnifica Humanitas”, que busca defender o valor da contribuição e da dignidade humana na contemporaneidade. Após um agudo diagnóstico das condições sociais hodiernas, em especial aquelas oriundas das transformações possíveis pelo avanço das inteligências artificiais, o Papa Leão XIV afirma que não se trata de considerar a técnica como inimiga da humanidade, mas de resgatar o sentido de sua criação e utilização – como parceira e promotora da dignidade de todos, e não ocasião de violência ou segregação. Cabe refletir de que modo essas são experiências possíveis em um mundo marcado pela plataformização dos empregos, pela especulação imobiliária e pelo achatamento das vivências artísticas e espirituais em prol da espoliação de mais lucro concentrado em níveis recordes. Para além disso, é necessário se perguntar sobre quem detém essa tecnologia, e com que finalidades mobiliza esse poder e conhecimento.  

Ter consciência deste tenebroso panorama pode ser motivo suficiente para que se experiencie um estreitamento dos sonhos e elaborações sobre o futuro, com uma consequente piora da saúde mental e um empobrecimento da experiência humana – como já observado de forma endêmica entre os jovens. É nesta terra aparentemente dura e desprovida de nutrientes que o Papa convida cada geração a semear as possibilidades para que “a dignidade de cada pessoa seja salvaguardada, a justiça promovida e a fraternidade possibilitada” (Magnifica Humanitas, n.1). Mesmo para os não-católicos, o caminho de reflexão e ação propostos na encíclica em relação à IA, “desarmando-a”, para que não se continue em um caminho nocivo à própria experiência humana, traz um bonito e profético programa de atuação em um contexto no qual “esperançar”, nos termos de Paulo Freire, parece ser uma possibilidade cada vez mais restrita.  

Neste sentido, à luz do caminho proposto no Magistério, é essencial que se construam adequados caminhos de diálogo e formação sobre estes diferentes temas, nos mais diversos níveis, da comunidade local às instâncias formadoras e de organização eclesial. Entre os temas que demandam um aprofundamento da conversa, e que foram apresentados neste breve texto, listam-se a caracterização das juventudes e seus projetos para o hoje e para o amanhã – em diferentes âmbitos -, sua relação com o mercado de trabalho, a percepção dos impactos da IA e as transformações na relação com a própria saúde mental. Para além da dimensão propriamente teórica, é essencial que se propiciem experiências autênticas de contato com a proposta vocacional, que sejam possibilidades de expressão e vivência de caminhos fecundos de construção ativa de sentidos de vida para aqueles que assim discernirem.  

Se efetivamente se defende uma construção comunitária da vocação, então é dever de toda a comunidade apoiar a pluralidade de caminhos possíveis a seus jovens, no horizonte da dignidade e do protagonismo sobre a própria existência. Também é urgente desestigmatizar o assunto da saúde mental, já que a experiência de sofrimento diante das atuais condições de existência é resultado de um mundo marcado pela injustiça, e esta dor não pode ser duplamente imputada à pessoa que apresenta, por exemplo, sintomas de ansiedade ou depressão. Em cada caso, devem ser garantidos os cuidados necessários – não apenas no acompanhamento psicoterapêutico conduzido por profissionais qualificados, mas também no restabelecimento dos laços sociais e no “reflorestamento” dos sentidos de vida. Qualquer tipo de restrição, espoliação ou extrativismo da experiência juvenil pode levar ao esvaziamento, ao abandono ou ao adoecimento – e é urgente atuar para que este não se torne o cenário mais comum, como parece que estamos a caminhar em passos largos.  

Referências  

BRASIL. Ministério do Trabalho e Emprego. Os jovens e um futuro do trabalho com inteligência artificial. Brasília, DF: Ministério do Trabalho e Emprego, 2025. 1 apresentação em PowerPoint (19 slides). Disponível em: <https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/noticias-e-conteudo/2025/abril/Apresentao.pdf>. Acesso em 13 jun. 2026.  

CAMPOS, A. C. Em 2022, 10,9 milhões de jovens não estudavam, nem trabalhavam. Agência Brasil, Rio de Janeiro, 6 dez. 2023. Disponível em: <https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2023-12/em-2022-109-milhoes-de-jovens-nao- estudavam-nem-trabalhavam>. Acesso em 13 jun. 2026.  

CANDIOTO, A. Mercado de trabalho precisa se reorganizar para receber geração Z. Jornal da USP, São Paulo, 23 out. 2024. Disponível em: <https://jornal.usp.br/atualidades/mercado-de-trabalho-precisa-se-reorganizar-para-receber-g eracao-z/>. Acesso em 13 jun. 2026.  

CARMO, E. R.; BERGAMO, F. V. de M. Realidades Invisíveis: Uma análise da saúde mental da geração Z no ambiente de trabalho. REVISTA ENIAC PESQUISA, [S. l.], v. 14, n. 1, p. 133–157, 2025. DOI: 10.22567/rep.v14i1.1074. Disponível em: <https://ojs.eniac.com.br/index.php/EniacPesquisa/article/view/1074. Acesso em 14 jun. 2026>.  

CONFERÊNCIA NACIONAL DOS BISPOS DO BRASIL. Texto-base do 5° Congresso Vocacional do Brasil: comunidades vocacionais: encontro, testemunho, missão. 1. ed. Brasília, DF: Edições CNBB, 2025.  

D’ALAMA, L. Jovens se mobilizam, questionam discursos e práticas ambientais. Revista E, São Paulo, 30 set. 2024. Disponível em: <https://www.sescsp.org.br/editorial/jovens-se-mobilizam-questionam-discursos-e-praticas-am bientais/>. Acesso em 14 jun. 2026. 

DELOITTE. Deloitte’s 2024 Gen Z and Millennial Survey finds these generations stay true to their values as they navigate a rapidly changing world. Deloitte, Nova York, 15 mai. 2024. Disponível em:  

<https://www.deloitte.com/global/en/about/press-room/deloitte-2024-gen-z-and-millennial-surv ey.html>. Acesso em 13 jun. 2026.  

FERREIRA, L. G. R.; GONÇALVES, R. G. Geração Z no mercado de trabalho: desafios de adaptação frente às gerações anteriores. Revista Foco, [S. l.], v. 18, n. 11, p. e10598, 2025. Disponível em: <https://ojs.focopublicacoes.com.br/foco/article/view/10598>. Acesso em 13 jun. 2026.  

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MELLO, D. Falta de cursos de qualificação afasta jovens do mercado de trabalho. Agência Brasil, São Paulo, 15 mar. 2023. Disponível em: <https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2023-03/falta-de-cursos-de-qualific acao-afasta-jovens-do-mercado-de-trabalho>. Acesso em 13 jun. 2026.  

MENEZES, L.. GenZ não rejeita trabalho, mas também não tem escolha. Meio & Mensagem, São Paulo, 13 mar. 2026. Disponível em: <https://www.meioemensagem.com.br/sxsw/genz-nao-rejeita-trabalho-mas-tambem-nao-tem- escolha>. Acesso em 14 jun. 2026.  

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