A arte de escolher: discernir em meio às vozes do coração 

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Ir. Douglas Turri, SJ

As escolhas que moldam a vida 

Hoje, antes mesmo de sair da cama, tomei algumas decisões. Apertei o botão “soneca” mais uma vez. Peguei o celular e abri o Instagram antes de rezar. Passei rapidamente pelas notificações. Respondi algumas mensagens. Ignorei outras. Vi vídeos que não precisava ver. Gastei tempo com coisas que talvez amanhã eu nem recorde. À primeira vista, parecem escolhas pequenas, banais, quase insignificantes. No entanto, a vida raramente é moldada apenas pelas grandes decisões. Na maior parte do tempo, vai tomando forma justamente nas pequenas escolhas repetidas cotidianamente. 

Talvez raramente percebamos o quanto escolhemos ao longo de um único dia. Escolhemos o que ocupa nosso tempo, aquilo que recebe nossa atenção, os desejos que alimentamos, as inseguranças às quais cedemos e as vozes que permitimos que nos conduzam. Algumas decisões parecem simples e cotidianas. Outras carregam um peso maior: uma relação, uma vocação, uma ruptura ou um recomeço. Mas nenhuma escolha é completamente neutra. Toda decisão molda lentamente a pessoa que estamos nos tornando. 

Escolher é viver! Decidir-se é, de algum modo, definir-se. Se sou também aquilo que decido, então preciso olhar com seriedade para as minhas escolhas. Preciso saber quais são, como as tomo e o que realmente as move. Preciso perguntar se minhas decisões nascem de uma liberdade verdadeira ou se apenas repetem expectativas alheias, imitam caminhos que nunca questionei ou correspondem ao personagem que esperam que eu seja. 

Jean-Paul Sartre dizia que estamos “condenados a ser livres”. Porque, mesmo quando tentamos fugir, a vida continua nos colocando diante de escolhas. Ainda assim, essa liberdade nunca acontece no vazio. Nossas decisões são atravessadas pela história que vivemos, pelos afetos que carregamos, pelas inseguranças, pelas expectativas e pelas marcas do próprio tempo. 

Há pessoas que passam anos conduzindo a própria vida quase no automático, reagindo às circunstâncias, às pressões, às urgências e aos desejos imediatos, sem nunca perguntar com profundidade o que realmente orienta suas decisões. Talvez o mais perigoso não seja errar nas escolhas, mas viver sem perceber aquilo que nos conduz.  

Gostamos de imaginar que decidimos de maneira totalmente racional e consciente, como se bastasse analisar possibilidades para encontrar a melhor resposta. Decisão preditiva feita por Inteligência Artificial. Na prática, porém, as decisões humanas raramente nascem de um lugar completamente livre e tranquilo. A necessidade de aprovação, o desejo de segurança, as expectativas dos outros, os afetos, as feridas da própria história e até o cansaço interior participam da maneira como conduzimos a vida. Há pessoas que passam anos evitando certas decisões importantes, não porque lhes faltem possibilidades, mas porque definir-se exige coragem. Afinal, escolher significa também renunciar, abandonar caminhos possíveis e responsabilizar-se pela própria existência. 

Não por acaso, o discernimento ocupa um lugar tão central na espiritualidade inaciana. Santo Inácio percebeu, com profunda lucidez, que a vida humana não é conduzida apenas por ideias ou raciocínios, mas também por movimentos interiores, desejos, inseguranças, afetos e buscas que frequentemente nem percebemos com clareza. Em sua percepção, discernir não significa apenas tomar boas decisões, consiste em aprender a reconhecer os dinamismos interiores que conduzem a vida. 

E, para quem vive a experiência da fé, essa busca adquire uma dimensão ainda mais exigente. A pergunta deixa de ser somente “o que eu quero fazer da minha vida?” e passa lentamente a tornar-se também: “o que Deus deseja realizar em mim?” Na perspectiva inaciana, a vida humana não encontra sentido em qualquer direção. Existe uma verdade mais profunda inscrita no coração humano, um desejo de plenitude que nenhuma satisfação imediata consegue preencher completamente. Como recorda Santo Agostinho, “Nos fizeste para Ti, e inquieto está o nosso coração enquanto não repousa em Ti”. Por isso, discernir não é apenas tomar decisões eficientes ou legalistas, mas reconhecer quais escolhas nos aproximam da plenitude para a qual fomos criados (EE 23). 

O grande desafio da vida espiritual talvez seja justamente este: aprender a reconhecer, entre tantas vozes e desejos, aquilo que mais nos aproxima ou afasta de Deus e da nossa verdade. 

A voz silenciosa do medo 

Entre tantas vozes que atravessam a vida humana, poucas são tão insistentes quanto a voz do medo. Ela raramente grita. Na maior parte do tempo, fala de maneira discreta, razoável e até prudente. Diz que ainda não é o momento, que talvez seja melhor esperar mais um pouco, que é preciso ter mais certeza, mais garantias e mais segurança antes de decidir. Aos poucos, quase sem percebermos, o medo vai ocupando espaço dentro de nós e estreitando nossa capacidade de escolher com liberdade. 

Muitas vezes imaginamos que adiar uma decisão significa permanecer neutro. Mas, a vida não fica suspensa enquanto hesitamos. Também vamos nos constituindo a partir das escolhas que evitamos, das decisões que adiamos e das renúncias que fazemos à própria liberdade. Não raramente, passamos anos esperando o momento ideal, a certeza ou a ausência completa de dúvidas para finalmente dar um passo. Enquanto isso, o tempo segue, a vida acontece e, pouco a pouco, a indecisão também vai escolhendo por nós. 

Uma das coisas que mais me impressionam no acompanhamento vocacional é perceber que muitas pessoas não estão propriamente sem caminhos. O que frequentemente as paralisa é o medo das consequências de escolher. Porque toda escolha verdadeira implica perdas, renúncias e desprendimentos. Escolher um caminho significa inevitavelmente deixar outros para trás. E nem sempre estamos preparados para lidar com isso. 

Por trás de muitas indecisões existem perguntas silenciosas que raramente chegam à superfície: “E se eu estiver errado?”, “E se eu perder a segurança que construí?”, “E se a vida me conduzir para um lugar diferente daquele que imaginei para mim?”. Aos poucos, essas inquietações vão estreitando o horizonte interior. O discernimento deixa de buscar aquilo que mais conduz à verdade e passa a procurar apenas aquilo que parece mais seguro, mais controlável ou menos arriscado. 

Talvez por isso tantas pessoas permaneçam durante anos em relações esvaziadas, trabalhos que as adoecem interiormente ou caminhos que já não despertam vida verdadeira. Não porque lhes falte consciência de que algo precisa mudar, mas porque definir-se exige coragem. E seria fácil escrever sobre tudo isso olhando apenas para a experiência dos outros. Também reconheço essas dinâmicas dentro de mim. Poucas coisas são tão difíceis quanto olhar com verdade para as próprias escolhas. Há momentos em que percebemos claramente aquilo que precisa ser mudado, mas continuamos adiando decisões, negociando com a própria consciência ou buscando distrações que nos afastem daquilo que realmente importa. 

Com o tempo, comecei a perceber que parte desse medo nasce justamente quando intuímos que algumas escolhas podem nos levar muito mais longe do que gostaríamos. Discernir de verdade nunca é apenas organizar racionalmente a própria vida. Em algum momento, o discernimento começa a tocar lugares mais delicados: nossas seguranças, nossos apegos, nossas imagens de sucesso, nossos projetos de controle e até a maneira como imaginávamos o próprio futuro. Porque, no fundo, discernir significa admitir que Deus talvez esteja realmente implicado na nossa história. E suspeitamos das consequências disso. 

Talvez seja exatamente aí que o discernimento se torne tão exigente espiritualmente. Não necessariamente porque desperte um medo religioso ou dramático, mas porque nos coloca diante do receio profundamente humano de perder o controle sobre a própria vida. Se escutarmos honestamente certos movimentos interiores, talvez não consigamos mais continuar vivendo exatamente da mesma maneira. 

O Evangelho mostra continuamente Jesus encontrando pessoas aprisionadas por seus medos, resistências e apegos. O jovem rico não consegue abandonar suas seguranças. Pedro hesita diante do risco da cruz. Os discípulos permanecem trancados após a morte do amigo. Em todos esses encontros, Cristo parece conduzir as pessoas sempre na mesma direção: da autoproteção para a confiança, do controle para a entrega, do fechamento para a liberdade. 

Como escreve o evangelista João: “No amor não há medo; ao contrário, o perfeito amor lança fora o medo” (1Jo 4,18). Talvez, por isso, o Evangelho quase nunca conduza para lugares de pura acomodação. Discernir não significa apenas encontrar respostas. Significa permitir que Deus desinstale certas seguranças sobre as quais construímos nossa vida. 

E, honestamente, queremos mesmo ser desinstalados? 

A complexidade do coração humano 

Quando começamos a olhar honestamente para nós mesmos, logo percebemos que o problema do discernimento não está apenas nos caminhos que temos diante de nós, mas também na complexidade do próprio coração. Às vezes falamos sobre honestidade interior como se fosse possível alcançar uma clareza absoluta sobre aquilo que nos move, como se em algum momento da vida espiritual conseguíssemos finalmente separar perfeitamente nossos desejos, intenções e motivações, enxergando com total nitidez o que vem de Deus, o que nasce do amor, o que brota do medo e aquilo que ainda carrega vaidade, insegurança ou necessidade de reconhecimento. 

No entanto, a experiência humana raramente funciona assim. Durante muito tempo, tive dificuldade em aceitar uma afirmação que encontrei anos atrás em um livro de espiritualidade. O autor dizia que nem mesmo o maior dos santos, e talvez nem sequer em seus melhores atos, age movido por um amor absolutamente puro a Deus. Confesso que essa ideia me causou resistência, porque parecia diminuir a beleza da santidade, da generosidade humana e até das grandes escolhas feitas por amor. 

Mas, aos poucos, fui percebendo que talvez o problema estivesse justamente na imagem idealizada que fazemos de nós mesmos e da vida espiritual. O coração humano é muito mais complexo do que gostaríamos de admitir. Como recorda o profeta Jeremias: “Enganoso é o coração, mais do que qualquer outra coisa” (Jr 17,9). 

Gostamos de acreditar que nossas escolhas nascem de motivações claras, organizadas e transparentes. Contudo, quando revisitamos a própria vida com mais profundidade percebemos que quase nunca é assim. Uma pessoa pode desejar sinceramente servir e, ao mesmo tempo, buscar reconhecimento; pode amar de verdade e sentir medo da solidão; pode querer entregar a vida a Deus e ainda assim procurar segurança, pertencimento ou aprovação. Nossos desejos raramente aparecem separados com nitidez. Na maior parte do tempo caminham misturados dentro de nós. 

E, talvez, isso não seja exatamente um escândalo espiritual, mas simplesmente uma condição profundamente humana. Ao longo do acompanhamento vocacional, já encontrei jovens extremamente angustiados ao perceberem essa mistura interior. Alguns acreditavam que a presença de inseguranças, carências ou desejos ambíguos invalidava completamente sua vocação, como se uma decisão verdadeira só pudesse nascer de um coração perfeitamente puro e totalmente livre de contradições. Mas será mesmo assim? 

Os Evangelhos mostram continuamente a ambiguidade humana convivendo com o chamado de Deus. Pedro ama sinceramente Jesus, mas, ao ouvir o anúncio da cruz, tenta impedir que o Mestre siga por aquele caminho, porque seu amor ainda se mistura ao medo de perder, sofrer e ver ruir a imagem do Messias que havia construído. Tiago e João querem seguir o Mestre, porém ainda carregam o desejo de ocupar os primeiros lugares. O jovem rico busca honestamente a vida eterna, todavia não consegue abandonar suas seguranças. Até mesmo os discípulos que deixam tudo para seguir Jesus, continuam discutindo, ao longo do caminho, sobre quem seria o maior entre eles. 

O Evangelho não esconde a complexidade do coração humano. Pelo contrário, parece revelá-la continuamente, porque a santidade não consista em possuir um coração perfeitamente puro desde o início. A santidade consiste mais em permitir que Deus vá lentamente purificando aquilo que nos move. 

E, sinceramente, também reconheço isso na minha própria história. Quando revisito certas escolhas da vida com mais maturidade, percebo que nem tudo era tão simples quanto eu imaginava naquele momento. No desejo sincero de ser jesuíta existia amor a Deus, desejo de servir, busca de sentido e um profundo encantamento pela espiritualidade inaciana. Mas, olhando hoje com mais verdade, também percebo que havia medo da solidão. Eu sou filho único, já havia perdido minha mãe, e certamente existiam dentro de mim necessidades afetivas, buscas de pertencimento e desejos de encontrar um lugar onde pudesse construir vínculos e comunidade. 

Reconhecer isso não diminui a verdade da minha vocação. Pelo contrário, talvez apenas a torne mais humana, mais concreta e mais honesta diante da complexidade do próprio coração. Porque discernir não significa negar aquilo que somos nem fingir uma pureza interior que não possuímos. Significa aprender a olhar honestamente para a complexidade da própria vida sem desespero, sem cinismo e sem idealizações. 

Santo Inácio compreendeu isso com profunda lucidez. Por isso, o discernimento inaciano não procura uma perfeição impossível. Busca uma liberdade cada vez maior diante dos próprios afetos, desejos e buscas interiores. O importante não é alcançar uma transparência absoluta antes de escolher, mas crescer em verdade diante daquilo que nos move. 

Nem todo desejo profundo é imediatamente um chamado. Nem toda emoção intensa é sinal da ação de Deus. Muitas vezes, carências, medos, afetos, feridas e buscas legítimas caminham misturados dentro de nós, razão pela qual discernir exige tempo, oração, confronto com a realidade, acompanhamento e honestidade interior. 

Como escreve São Paulo: “Examinai tudo e ficai com o que é bom” (1Ts 5,21). Discernir é descobrir a ação do Espírito que já atua na interioridade permitindo também que essa experiência seja confrontada, confirmada, purificada e até questionada pela realidade concreta da vida. Às vezes, esse confronto confirma aquilo que intuíamos profundamente. Em outras ocasiões, obriga-nos a reconsiderar motivações, desejos e até certas imagens idealizadas que construímos sobre nós mesmos. 

Aos poucos, a pessoa começa a perceber que existem desejos que ampliam a vida, aumentam a capacidade de amar, despertam esperança e tornam o coração mais livre. Outros, porém, fecham a pessoa em si mesma, alimentam vaidades, fortalecem medos ou aprisionam a liberdade em torno da necessidade de controle, reconhecimento e segurança. 

E raramente esses movimentos aparecem de maneira totalmente separados. É justamente aí que o discernimento se torna tão delicado e tão profundamente humano, porque discernir não é procurar sentimentos perfeitos. Diz respeito a aprender a reconhecer no meio dessa mistura qual voz nos conduz mais profundamente para Deus, para a liberdade e para a verdade de nós mesmos. 

Os movimentos do coração 

Depois deste movimento de descida interior, talvez surja uma pergunta inevitável: se o coração humano é realmente tão complexo, então como viver sem discernir? Porque, no fundo, ninguém vive sem ser movido por alguma coisa. Desejos, medos, afetos, ambições, feridas, buscas de reconhecimento, necessidade de segurança, generosidade, amor, vaidade, esperança e ressentimentos atravessam nossas escolhas e vão moldando a maneira como conduzimos a própria vida. O verdadeiro problema não está em possuir movimentos interiores contraditórios, mas em viver sem percebê-los. 

Santo Inácio compreendeu que a vida espiritual exige precisamente essa atenção ao que acontece dentro de nós. Não apenas às ideias que defendemos ou às decisões exteriores que tomamos, mas aos movimentos interiores que, pouco a pouco, ampliam ou estreitam nossa liberdade, aumentam nossa capacidade de amar ou nos fecham em torno do medo, do controle e da autoproteção. Por essa razão, o discernimento se torna necessário. 

Não como uma técnica reservada a religiosos ou especialistas da vida espiritual, mas como uma dimensão essencial de toda vida humana que deseja ser vivida com verdade. Afinal, se tantas forças nos atravessam interiormente, então aprender a reconhecer aquilo que nos conduz deixa de ser um luxo espiritual e passa a ser uma necessidade do caminho com o Cristo. Não por acaso, o Concílio Vaticano II insistirá na necessidade de discernir os “sinais dos tempos” (Gaudium et Spes, n. 4),reconhecendo que a experiência cristã exige atenção constante aos movimentos da história, da realidade e do próprio coração humano. 

Parece-me ser exatamente isso que Santo Inácio procurará desenvolver nos Exercícios Espirituais: ajudar a pessoa a “tirar de si todas as afeições desordenadas” para poder buscar e encontrar a vontade de Deus na disposição concreta da própria vida (EE 1). O discernimento nasce justamente dessa consciência de que nem tudo aquilo que sentimos nos conduz à vida em plenitude. Existem pensamentos, desejos e projetos que inicialmente parecem bons, e aos poucos nos tornam mais fechados, inquietos e centrados em nós mesmos. Outros caminhos, embora às vezes exigentes e desinstaladores, produzem uma paz mais profunda, ampliam a liberdade e despertam uma capacidade maior de amar. 

Foi justamente observando com atenção aquilo que acontecia dentro de si – os pensamentos que o deixavam vazio, os desejos que produziam paz duradoura, os movimentos que ampliavam ou estreitavam sua liberdade -, que Santo Inácio começou lentamente a perceber aquilo que chamará de diversidade dos espíritos (Autobiografia, n. 8). O discernir começa exatamente nesse momento: quando a pessoa deixa de viver apenas reagindo automaticamente aos impulsos, aos medos e às pressões da vida, e passa lentamente a prestar atenção naquilo que os movimentos do próprio coração estão produzindo dentro dela. 

Aprender a reconhecer esses movimentos não acontece de maneira imediata. Exige silêncio, oração, liberdade interior, escuta atenta da própria experiência e coragem para perceber quais caminhos produzem vida, esperança e maior capacidade de amar, e quais nos fecham lentamente em torno do medo, da vaidade e da autoproteção. É justamente esse aprendizado espiritual marcado pelas consolações e desolações, pela busca da liberdade interior e pela arte de discernir Deus no cotidiano da vida que Santo Inácio procurará desenvolver em sua pedagogia do discernimento. E será esse o próximo passo do caminho que continuaremos aprofundando no próximo texto. 

REFERÊNCIAS:

AGOSTINHO, Santo. Confissões. Tradução de J. Oliveira Santos e A. Ambrósio de Pina. São Paulo: Abril Cultural, 1984. 

CABARRÚS, Carlos Rafael, SJ. A pedagogia do discernimento: a ousadia de “deixar-se levar”. São Paulo: Loyola, 1991. 

CONCÍLIO VATICANO II. Gaudium et Spes: Constituição Pastoral sobre a Igreja no mundo de hoje. Petrópolis: Vozes, 1968. 

INÁCIO DE LOYOLA, Santo. Autobiografia. São Paulo: Loyola, 2006. 

INÁCIO DE LOYOLA, Santo. Exercícios Espirituais. São Paulo: Loyola, 2000. 

PAIVA, R., SJ. O discernimento: pessoal, em família, em comunidade vocacional. São Paulo: Loyola, 2004. 

SARTRE, Jean-Paul. O existencialismo é um humanismo. Petrópolis: Vozes, 2014. 

VALLÉS, Carlos G., SJ. Saber escolher: a arte do discernimento. São Paulo: Loyola, 1992. 

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