Evangelho encarnado: santidade é compromisso juvenil 

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Sandro Alves

Os cristãos se amarão a partir da decisão. Amar a Cristo, Deus amigo, em profunda comunhão. Como homens de utopias, seguindo uma direção. A direção do encontro que transforma, que produz libertação. Com testemunho, esperança, fraternidade e comunhão, transformando o silêncio em linguagem e ação. O cristão do novo mundo, do novo tempo, é chamado a conduzir a vida de um outro modo. Olhando para fora, olhando para dentro, enxergando as contradições, compreendendo que a vida é humana à medida que compreende as mazelas da própria existência. O cristão é chamado a viver o cristianismo da aproximação que propõe diálogos com todas as dimensões da vida humana. “Temos que ser capazes de sonhar, ter utopias, de ver além de nós mesmos” (Dom José Mauro Pereira Bastos)

Neste horizonte poético que anuncia o desejo de aproximação, é necessário desde o início esclarecer que a proposta deste texto é refletir sobre a santidade como caminho possível para as juventudes, não como ideal distante ou privilégio de poucos, mas como vocação histórica e encarnada, amadurecida ao longo dos séculos pela igreja e muito bem caracterizada na Doutrina Social da Igreja (DSI). A DSI é o conjunto de ensinamentos da Igreja Católica sobre as questões sociais, econômicas, políticas e ambientais, orientando a fé na vida cotidiana para construir uma sociedade mais justa e fraterna. A santidade, aqui, é compreendida como um modo de existir que articula fé e compromisso social, espiritualidade e responsabilidade política, oração e encarnação concreta na história. Por isso, falar em santidade implica falar também de amizade social, de dignidade humana e de justiça: não se trata apenas de uma proposta espiritual, mas de uma configuração antropológica e comunitária, que toca o corpo, o território, a afetividade e o modo como as juventudes se reconhecem e se relacionam com o mundo. O que está em jogo é a formação de uma identidade política-cristã capaz de resistir à lógica da indiferença e reabrir a possibilidade de um encontro transformador — aquele que gera vida e gera povo

“Por que é preciso cultivar uma amizade social? o que isso tem a ver com a santidade?”  

É preciso cultivar uma amizade social que se posiciona diante de toda injustiça. Um compromisso que olha para a dignidade da pessoa humana e define que esta é a posição, a primeira e única posição, de cada um dos cristãos, compreendendo que cada um carrega consigo germes de eternidade, sementes de contemplação, olhando para cada experiência com temor e admiração. As sementes lançadas quando germinadas, construirão uma identificação. Nisto consiste a criação de uma identidade: movimento e perspectiva. As nossas identidades não são dadas uma vez por todas, são construídas a partir do movimento que realizamos até a sua apropriação. Como um canto profético em uma noite estrelada, precisaremos de uma consciência crítica para não nos deixarmos levar pela noção de identidade que o sistema econômico atual nos impõe: identidades definidas pelos papéis sociais que ocupamos (LANE, Silvia Tatiane Maurer.; CODO, Wanderley. Psicologia Social:O homem em movimento. p. 220). Identidades pautadas pelo consumo e exacerbação. Identidades materialistas que reproduzem diariamente a cultura do descarte e da indiferença. O cristão pelo contrário, vivendo o seu chamado à santidade, precisa ser uma pessoa livre e humanizada, sem amarras! 

Cada cristão na sua subjetividade é chamado a deixar as ilusões, deixar o individualismo que segrega e separa. Construir juntos, com justiça e diálogo uma nova interculturalidade. A cultura do encontro, do consenso e da verdade. A verdadeira cultura que produz humanidade. Uma culturalidade que integra e colabora, que valoriza as diferenças sem hierarquização. Isso é santificação! 

O que acontece com a santidade quando o corpo é negado ou silenciado?  

Na sequência, discuto as questões referentes ao corpo e o motivo de se pensar um corpo dentro dessa perspectiva de santidade e construção de identidade política. O corpo deve ser lido como lugar de afeto, compreendendo que a fé acontece em um corpo. A fé precisa passar por um corpo para existir. Então, essa discussão que eu quero trazer é uma perspectiva de pensar que existem diversas espiritualidades dentro da Igreja e que algumas delas vão negar o lugar e a importância que esse corpo ocupa na transcendência, na experiência de fé.  

Intelectuais negros como Frantz Fanon e Neusa Santos Souza discutem a passagem da ideologia de cor à ideologia do corpo: enfatizam que o corpo é o instrumento central da construção de um pensamento crítico radical (SOUZA, Neusa Santos. Tornar-se negro: ou as vicissitudes da identidade do negro em ascensão social). A experiência da santidade passa, inevitavelmente, pelo corpo. Como lembram esses intelectuais, a identidade é continuamente produzida nas tensões entre presença e ausência social do corpo, sobretudo quando este corpo é marcado pelas estruturas históricas de poder e desigualdade. A santidade, assim, não pode ser alienação do corpo, mas reconciliação, reexistência e reconstrução identitária diante da realidade. Fanon finaliza o livro “Pele negra, máscaras brancas” com a seguinte frase: “Minha prece derradeira: Ó meu corpo, faz sempre de mim um homem que questiona!” (FANON, Frantz. Pele negra, máscaras brancas. p. 320). 

Frantz Fanon e Neusa Santos Souza, numa perspectiva de pensar as relações e questões raciais, vão discutir que, quando se nega a existência do corpo, você acaba produzindo na subjetividade um sofrimento – o corpo deixa de ser lugar de afeto, tornando-se lugar de aniquilamento, e essa produção delega para a fé um lugar inalcançável, ou seja, o lugar de um fetiche. Nessa perspectiva de pensar a punição, de pensar o pecado como esse rompimento com a graça, na verdade, quando pensamos em pecado e punição, deveríamos pensar em graça, em reconstituir essa ferida que foi aberta, para que se dê, de fato, um processo de santificação

Onde a santidade toca o corpo e o transforma? Não é possível pensar a construção de uma identidade política em um caminho de santidade, vivendo o chamado à santidade que cada um de nós recebe a partir do momento em que somos batizados e somos reconhecidos como Filhos de Deus, sem a valorização e reconhecimento do corpo. O corpo é o lugar de um grande acontecimento: a experiência de fé. A partir do momento em que o corpo é negado, é negado também a possibilidade da construção de novas identidades

O que significa santidade quando o corpo é atravessado pela desigualdade? Cada cristão na sua intimidade é chamado a construir um caminho de restauração, restauração dos corpos, compreendendo na verdade que a fé precisa ser experimentada em um corpo vivo. E essa experimentação de uma fé encarnada, concreta na realidade se dá exatamente em um corpo que olha, sente e toca e que como Jesus se sensibiliza com a dor do próximo. Tudo está em profunda relação, de tal modo, que uma conexão integra mente e coração. Somos chamados a sentir a vida, sentir o outro e se colocar à disposição, com solidariedade generosa que produz abertura, comunidade e missão. 

Uma fé que cria um corpo peregrino que é sentido e acolhido na sua integralidade. É preciso tornar o corpo lugar de afeto e não somente de punição. Compreendendo que não temos um corpo, mas que somos um corpo e o corpo, é um todo. O corpo não é composto necessariamente de partes isoladas, mas de partes que estão intimamente conectadas, interconectadas, relacionadas. Tudo está em relação. O corpo, a vida e o ser cristão: tudo está em relação (Papa FRANCISCO. Laudato Si’: Sobre o cuidado da casa comum).  

O corpo se interconecta em uma ecologia integral de santidade 

A presença do Deus amigo nos chama, nos convoca a sair de nós mesmos, olhar para a casa comum e construir novas identidades. Uma identidade cristã que se posiciona diante daquilo que é triste no mundo. E para o cristão, muitos são os exemplos de santidade, especialmente para as juventudes, fase de múltiplas experiências, de múltiplas possibilidades de vida, onde o jovem é chamado a assumir na vida uma direção. Uma direção que encontre em Jesus, a conexão do passado, do presente e do futuro. Jesus, que olha para a humanidade, dirige a ela todo o seu amor, toda a beleza, todo o encontro. Jesus que caminha conosco!  

As juventudes também são chamadas como Maria, Mãe de Deus, a peregrinar por terras distantes, anunciando a encarnação do próprio Jesus, Filho de Deus, entre os homens. Como Maria, cada jovem é chamado a sentir e saborear internamente todas as coisas (EE 2). Como Maria, a serem profetas do silêncio. Profetas que acolhem no íntimo do coração todas as palavras, todos os acontecimentos que carregam um grande sentido, guardando e meditando no coração todas as coisas de modo a contemplar e a perceber os pequenos sinais da vida de Deus no nosso meio. Deus conosco. Deus missioneiro.  

Então o jovem católico, num caminho de peregrinação, de esperança, e de constituição de uma identidade política, deve assumir um compromisso inadiável com a vida, com a beleza, com a alegria, com a promoção de vida e de fé, mas uma fé encarnada, uma fé que se compromete com o outro. Uma fé que constrói comunidades, uma fé que partilha e coloca tudo em comum. Isso é santificação! 

Mas, para que o jovem católico consiga experimentar essa presença de Deus encarnada em sua história, em seu corpo e em sua identidade, a experiência do conhecimento da pessoa de Jesus é inadiável. Jesus vive no nosso meio. Não é simplesmente uma ideia abstrata ou alguém cuja memória é datada de dois mil anos atrás. É uma pessoa que vive e que está entre nós. Cristo vive: é Ele a nossa esperança e a mais bela juventude deste mundo! Tudo o que toca torna-se jovem, fica novo, enche-se de vida (PAPA FRANCISCO. Christus Vivit).  

Todos aqueles que participam do acompanhamento de jovens, os religiosos e religiosas, as lideranças presentes nas nossas comunidades, nas nossas paróquias, precisam atuar de modo a ajudar, a oferecer ferramentas para esses jovens para que consigam fazer essa experiência de conhecer essa pessoa, essa pessoa viva, que é o próprio Jesus. Isso é santificação! Então, precisamos dar ferramentas a esses jovens para que eles consigam trilhar esse caminho. E a partir do momento que conhecemos a pessoa de Jesus, fazemos uma experiência profunda de intimidade com uma pessoa viva, fazendo desta presença uma presença amiga, um companheiro de todos os momentos, um Jesus que está presente não somente nas alegrias e belezas da vida, mas também nos momentos de sofrimento e desesperança.  

Precisamos trilhar esse caminho juntos. E a partir desse momento que o jovem toma consciência da existência dessa pessoa viva, consegue dar passos para assumir, encarnar na própria vida aquilo que é o ensinamento de Jesus. Então, acreditamos que o principal foco para pensar a constituição de uma identidade política das juventudes cristãs se dá a partir desse princípio: Jesus como centro, Jesus como a direção. É Jesus que nos aponta o caminho. 

Então, é importante visualizar sempre o que eu penso, o que eu falo, o que eu sinto e especialmente como tudo isso se traduz em ação. Eu preciso conectar e integrar todas essas dimensões da vida, de modo que eu consiga de fato viver aquilo que Jesus me propõe. E quando se coloca a questão da necessidade de cada jovem assumir um compromisso sociopolítico, nos referimos não no sentido partidário, mas político à medida que visa construir um projeto comum de sociedade, um projeto de vida onde não exista miséria, mas sim dignidade humana em todos os aspectos da vida, em todas as comunidades (PAPA FRANCISCO. Fratelli Tutti). Isso é santificação! 

 Para se tornar possível o desenvolvimento de uma comunidade mundial capaz de realizar a fraternidade a partir de povos e nações que vivam a amizade social, é necessária a boa política, a política colocada ao serviço do verdadeiro bem comum. Mas hoje, infelizmente, muitas vezes a política assume formas que dificultam o caminho para um mundo diferente.8 

Sabemos que não vamos conseguir eliminar uma vez por todas as periferias no sentido de vida precária e marginalizada, já que são fruto de opções históricas de políticas do nosso país, mas podemos, sim, lutar pela eliminação e emancipação das periferias existenciais, das periferias do descarte, das periferias da falta de possibilidade. Então, precisamos ofertar a esses jovens possibilidades de constituição de novas vidas e assim de novas identidades. 

E é tão bonito quando vemos os jovens trilhando esse caminho, de ver uma jovem liderança propondo mudanças na realidade em que está inserida. Então é o que eu deixo aqui como reflexão: que essa identidade política só pode ser construída à medida que nós nos aprofundamos na intimidade com Jesus

É essa intimidade que produz em nós o desejo de “Ser mais com os demais”, de ofertar a vida de um modo mais solidário e generoso, de modo a possibilitar que outras vidas também possam emergir, que outros jovens alcancem também lugares de destaque, de privilégio, no sentido de poder ocupar lugares que vão produzir políticas públicas que vão gerar vida, que vão ampliar as possibilidades para esse grupo. Isso é santificação!  

E é assim que conseguimos construir uma outra dinâmica de vida e uma outra identidade, à medida que possibilitamos essas construções de novas identidades, que não se formam somente por conta daquilo que o sistema econômico nos impõe. E não é só, precisamos refletir sobre o modo como nós enxergamos a política. Quais lentes orientam à nossa maneira de ver o mundo? O jovem cristão é chamado a olhar a política a partir de uma outra lente. Porque sabemos que são muitas as lentes possíveis para enxergar o mundo e as realidades que o compõe. Assim, nesse sentido, devemos olhar para a política com uma outra lente. E essa lente é da generosidade, fraternidade e solidariedade, pensando sempre em um firme posicionamento a partir daquilo que é o ensinamento do próprio Jesus. 

Conclusão 

Diante de tantos desafios que atravessam nossas juventudes, revisitamos a certeza de que o chamado à santidade não é privilégio de poucos, nem está distante da vida real. “Para ser santo, não é necessário se fazer bispo, sacerdote, religiosa ou religioso”. A santidade nasce das pequenas escolhas diárias, dos gestos silenciosos, da generosidade oferecida no cotidiano, no trabalho, na escola, na comunidade e nas periferias onde a vida pulsa com força e fragilidade. Somos convocados a ser santos “vivendo com amor e oferecendo o próprio testemunho nas ocupações de cada dia”. É nesse chão concreto da vida que o Evangelho se encarna e adquire rosto: rosto de jovem, rosto de esperança, rosto de luta (PAPA FRANCISCO. Gaudete et Exsultate). 

A Doutrina Social da Igreja, nesse sentido, torna-se um caminho mistagógico que ilumina os passos das juventudes e revela que a fé não é mera espiritualidade, mas compromisso sociopolítico com a dignidade humana. E, sobretudo, esse caminho de compromisso conduz ao encontro profundo com Deus no rosto do outro. Desde o seu início, a DSI afirma que a pessoa humana é o princípio, o centro e o fim de toda ação social e política, indicando que uma sociedade justa exige estruturas que promovam o bem comum, a justiça, o trabalho digno, a solidariedade e os direitos fundamentais. Quando tais estruturas não existem, gera-se descarte, exclusão e iniquidade; produz-se periferia, não apenas geográfica, mas existencial – lugar onde a esperança é negada e a vida é silenciada (MANIERI, Altair; MATTA, Jeferson Nogueira da; MONTAGNA, Leomar Antônio. Estudo 4: Doutrina Social da Igreja. Brasília: Comissão Episcopal para a Ação Sociotransformadora. p. 87). 

Por isso, o jovem cristão é chamado a assumir, com firmeza e ternura, uma identidade política enraizada no Evangelho: uma política que nasça da intimidade com Jesus e que se traduza em compromisso social; uma espiritualidade que se torne carne, vida e testemunho. Trata-se de um caminho de discernimento e responsabilidade, de olhar o mundo com outras lentes — as lentes da generosidade, fraternidade, solidariedade e da justiça. Uma política que se afasta do sistema econômico que reduz a vida ao consumo e ao lucro, e se aproxima da lógica de Jesus de Nazaré que coloca o ser humano acima do capital, que privilegia a dignidade acima da indiferença, que reconhece em cada jovem um projeto de Deus, uma semente de eternidade, um sinal de vida nova. 

Referências 

Dom José Mauro Pereira Bastos (12 de setembro de 1955 — 14 de setembro de 2006), primeiro bispo da diocese de Janaúba, Norte de Minas Gerais. Membro da Congregação da Paixão de Jesus Cristo (Passionista). 

FANON, Frantz. Pele negra, máscaras brancas.Tradução: Sebastião Nascimento. São Paulo: Ubu Editora, 2020. 

LANE, Silvia Tatiane Maurer.; CODO, Wanderley. Psicologia Social:O homem em movimento. 14. ed. São Paulo: Brasiliense, 2012. 

MANIERI, Altair; MATTA, Jeferson Nogueira da; MONTAGNA, Leomar Antônio. Estudo 4: Doutrina Social da Igreja. Brasília: Comissão Episcopal para a Ação Sociotransformadora (CEPAST-CNBB), 2025. 87 p. Disponível em: https://cepastcnbb.org.br/wp-content/uploads/2025/06/ESTUDO-4-DIGITAL.pdf. Acesso em 18 nov. 2025. 

PAPA FRANCISCO. Christus Vivit: Exortação Apostólica pós-sinodal aos jovens e a todo o povo de Deus (25 de março de 2019). Disponível em: https://www.vatican.va/content/francesco/pt/apost_exhortations/documents/papa-francesco_esortazione-ap_20190325_christus-vivit.html. Acesso em 18 nov. 2025. 

PAPA FRANCISCO. Fratelli Tutti: sobre a fraternidade e a amizade social (3 de outubro de 2020). Disponível em: https://www.vatican.va/content/francesco/pt/encyclicals/documents/papa-francesco_20201003_enciclica-fratelli-tutti.html. Acesso em 15 nov. 2025. 

PAPA FRANCISCO. Gaudete et Exsultate: sobre o chamado à santidade no mundo contemporâneo (19 de março de 2018). Disponível em: https://www.vatican.va/content/francesco/pt/apost_exhortations/documents/papa-francesco_esortazione-ap_20180319_gaudete-et-exsultate.html. Acesso em 15 nov. 2025. 

PAPA FRANCISCO. Laudato Si’: Sobre o cuidado da casa comum. (24 de maio de 2015). Disponível em: https://www.vatican.va/content/francesco/pt/encyclicals/documents/papa-francesco_20150524_enciclica-laudato-si.html. Acesso em 15 nov. 2025. 

PONTIFÍCIO CONSELHO “JUSTIÇA E PAZ”. Compêndio da Doutrina Social da Igreja (26 de maio de 2006). Disponível em: https://www.vatican.va/roman_curia/pontifical_councils/justpeace/documents/rc_pc_justpeace_doc_20060526_compendio-dott-soc_po.html. Acesso em 18 nov. 2025. 

SANTO INÁCIO DE LOYOLA. Exercícios Espirituais. São Paulo: Edições Loyola, 2012. 

SOUZA, Neusa Santos. Tornar-se negro: ou as vicissitudes da identidade do negro em ascensão social. Rio de Janeiro: Edições Graal, 1983. 

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